Melhores Filmes de 2015 (Nacional)

Melhores Filmes de 2015 (nacional)Agora é a vez dos melhores filmes brasileiros de 2015, também teve muito título que não consegui ver esse ano, mas, no geral, tem ótimos exemplares por aqui.

Sangue Azul

Um filme que instiga mais pela fotografia e ritmo, mas que também acaba chamando atenção pelo conjunto da obra.

Chico – Artista Brasileiro

Vale mais pelo retratado que pela estrutura do documentário, mas como Chico encanta, entrou pra lista.

O Último Cine Drive-In

Ainda que não seja perfeito, temos aqui um filme sensível que lida com a paixão pelo cinema.

Cássia Eller

Documentário criativo e envolvente sobre uma personagem também instigante.

Entre Abelhas

Uma das surpresas do ano, um filme que busca um caminho pouco explorado no cinema nacional e acaba construindo uma experiência sensível.

Depois da Chuva

Uma época pouco retratada da nossa história, a reabertura em um paralelo a uma trajetória de amadurecimento de um jovem.

Branco Sai, Preto Fica

Não sou das mais entusiastas dessa obra que ganhou tantos festivais por aí. Há sérios problemas no filme de Adirley Queirós, principalmente de narrativa, mas há também um enorme frescor, uma linguagem instigante e muitas boas ideias, só a primeira sequência do filme já vale uma lembrança nessa lista.

Que Horas Ela Volta?

Nosso candidato ao Oscar é mais do que o hit do momento. É um filme sensível, bem construído e também necessário enquanto retrato social.

A História da Eternidade

Há uma força especial nessa obra de Camilo Cavalcante que merece ser destacada. Um filme poético que tem elementos para agradar tanto o grande público quanto a crítica. Boas histórias, bons personagens e um apuro estético.

Obra
1 – Obra

Mas, se teve um filme nacional que realmente me impactou esse ano foi Obra. Um suspense psicológico sufocante, com um apuro técnico que chama a atenção, além de ótimas atuações. Para mim, o melhor filme nacional do ano.

Menções Honrosas:

Últimas Conversas

Mais pelo que representa que pelo filme em si. Última obra de Eduardo Coutinho, um dos maiores cineastas que já tivemos que morreu enquanto trabalhava nele. E tem coisas valiosas ali.

Chatô, o rei do Brasil

Depois de vinte anos, ele estreou e surpreendentemente é um bom filme. Com problemas disfarçados pelo roteiro onírico, mas ainda assim um resultado satisfatório.

Amanda Aouad

Crítica afiliada à Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), é doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Poscom / UFBA) e especialista em Cinema pela UCSal. Roteirista profissional desde 2005, é co-criadora do projeto A Guardiã, além da equipe do Núcleo Anima Bahia sendo roteirista de séries como "Turma da Harmonia", "Bill, o Touro" e "Tadinha". É ainda professora dos cursos de Comunicação e Artes da Unifacs e professora substituta da Facom/UFBA.

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